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Note legali

Contenuti:
- economia, un modelo vencedor
  De há algum tempo a esta parte, a economia do Véneto tornou-se um exemplo internacional, ao ponto de as pessoas falarem no ?caso do Véneto? para se referirem ao modelo particular de crescimento económico desenvolvido nesta região do nordeste de Itália.
Desde 1982, o PIB da região (Produto Interno Bruto) manteve uma tendência de crescimento contínuo alcançando, entre 1993 e 1999, um dos níveis mais elevados de toda a Europa. Por essa razão, o Véneto tem vindo a registar percentagens cada vez mais significativas nos mercados estrangeiros.
Em consequência disso, é possível afirmar que esta economia possui as características de um crescimento equilibrado e homogéneo, envolvendo todos os sectores, da agricultura à produção, do artesanato ao comércio e aos serviços, incluindo mesmo os mais avançados. Além disso a região do Véneto obtém resultados excepcionais na sua indústria turística: com cerca de 11 milhões de chegadas e 53 milhões de visitantes em 1998, detém o recorde nacional neste sector.
É ainda a região italiana mais bem sucedida na manutenção das suas elevadas taxas de emprego, salvaguardando postos de trabalho mesmo nestes tempos mais recentes, complicados a nível económico.
Na base do sucesso estão, acima de tudo, as qualidades do seu mundo empresarial ? iniciativa e flexibilidade operacional ? e a capacidade da população do Véneto de se entregar ao trabalho com determinação.
É impossível criar tal cenário em apenas alguns anos; tem raízes na história da região do Véneto, e na sua herança económica, feita de um grande sentido e capacidade negociais, na experiência e na vontade constante de melhorar.
Este ultimo aspecto, em particular, adquire forma concreta numa capacidade notável de inovar tecnologicamente, em criar novos produtos e processos e em definir padrões de qualidade cada vez melhores, demonstrados pelo crescimento sustentado do número de empresas do Véneto a operarem segundo padrões de qualidade internacionalmente reconhecidos e certificados.
O rápido crescimento dos mercados mundiais encontrou, por isso, na região do Véneto um parceiro bem preparado e de espirito aberto, capaz de salvaguardar a sua própria especificidade, combinando produtos tradicionais com as tecnologias mais avançadas.
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- perfil econõmico geral
  O sistema de produção do Véneto é apresentado como uma realidade económica, que combina elementos de inovação e de modernização com características e valores mais tradicionais.
Os factores fundamentais que caracterizam o ?modelo do Véneto? podem ser resumidos da seguinte forma:
  1. pequenas ou médias empresas;
  2. coexistência de produtos tradicionais com actividades tecnologicamente avançadas;
  3. internacionalização dos mercados e flexibilidade organizativa.
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- principais sectores de produção
  A estrutura base da economia do Véneto assenta nas pequenas e médias empresas que formam uma extensa rede de interesses comerciais por todo o território (há 446,000 unidades comerciais) caracterizada por uma grande flexibilidade e uma velocidade notável de iniciativa e de resposta às exigências dos mercados mundiais. O principal sector de produção é o sector industrial, representado por mais de 70,000 empresas. Este sector inclui um vasto número de sectores de produção, que se destacam pelo seu elevado grau de diversificação e de especialização. Estes incluem:
  • o sector do vestuário, têxtil e do calçado, quase um sinónimo de produtos "made in Italy" em todo o mundo;
  • O sector metalúrgico, que é o mais importante em termos de número de empresas e de empregados, e que tem vindo a expandir-se de uma forma contínua, englobando actualmente mais de 24,000 empresas. Neste sector, o campo da electromecânica, da metalomecânica, de fabrico e instalação de ferramentas e máquinas e de maquinaria de precisão são particularmente importantes.
  • O sector da madeira e do mobiliário, o qual inclui 13,000 empresas e representa um sector de considerável importância mesmo a uma escala nacional.
As pequenas e médias empresas do Véneto também se especializaram na produção de máquinas e tecnologias para o processamento de mármores e granitos, na indústria têxtil, no sector da curtição de couros, na construção civil, no processamento de madeiras e no sector do aquecimento e dos ares condicionados.
A vocação agrícola original desta região de Itália foi bem sucedida na renovação e na modernização dos seus métodos, direccionando os seus esforços para uma produção de qualidade e criando fortes laços com a indústria, para possibilitar o surgimento de um sistema agro-industrial responsável por cerca de 38% do PIB da região. Um ponto forte da agricultura na região do Véneto é o sector da produção vinícola, o qual se destaca no panorama nacional tanto na quantidade da sua produção e na produtividade por hectare, como pela qualidade do seu produto final, o qual obtém uma percentagem de 20% da produção vinícola do país.
Em sintonia com este progresso económico, nos anos mais recentes têm-se verificado um significativo desenvolvimento no sector dos serviços, o qual constitui actualmente um apoio válido para a vitalidade do sistema produtivo no campo do crédito financeiro, dos sistemas de informação e dos serviços empresariais e comerciais em geral.
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- as zonas de produção
  Uma das características particulares do modelo do Véneto reside nas denominadas ?zonas industriais?, ou seja, zonas geograficamente bem definidas nas quais se concentraram empresas especializadas no mesmo tipo de produto. A distribuição por zonas é uma fórmula genuína de industrialização, a qual permite que as empresas beneficiem de uma sinergia interessante em termos de racionalização, investigação e desenvolvimento, de serviços e na disponibilidade de uma rede de fornecedores adequada. Tem ainda a sua carta de trunfo na força de trabalho, a qual assegura o fornecimento de recursos humanos com uma mescla de experiência, grande versatilidade, um profundo conhecimento do produto e dos processos de produção e um enorme sentido empresarial. É um ?sistema de rede?, ou seja, um sistema de intercâmbios voluntários entre empresas, baseado na troca de informações, na garantia recíproca de qualidade nos seus métodos de processamento e na aquisição e no sub-fornecimento dos componentes semi-processados e dos produtos finais. Na região do Véneto, há inúmeras especializações produtivas distinguíveis em zonas geográficas.
As diferentes vocações empresariais dessas zonas geográficas na região do Véneto incluem o seguinte:
  • As empresas especializadas no processamento de mármores e na produção das tecnologias com ele relacionadas estão concentradas na zona de Verona;
  • O sector da confecção especializado em bolos e pastelaria (Pandoro, Panettone, Pães de Ló) também está concentrado em Verona;
  • na zona a sul de Verona, no triângulo entre Bovolone ? Cerea ? Isola della Scala, situada na fronteira com a província de Pádua, há cerca de 400 empresas de produção de mobiliário artístico;
  • o sector das tecnologias de sistemas de aquecimento desenvolveu-se na zona de Legnago;
  • Em Valle del Chiampo, na província de Vicenza, há uma concentração de empresas de curtumes, responsáveis por quase metade da produção nacional;
  • a zona entre Vicenza e Bassano encontra-se ocupada pelo sector da joalharia industrial, com mais de 1,200 empresas e um rendimento anual combinado superior a 3,200 milhões de Euros;
  • o local histórico da indústria têxtil fica situado na zona em redor de Schio, Thiene e Valdagno;
  • entre as províncias de Vicenza e de Padua, na zona situada entre Montegalda, Cervarese, Santa Croce e Selvazzano, há cerca de 300 empresas especializadas na produções de casacos de peles;
  • ao longo da Ribeira do Brenta, entre Pádua e Veneza, há perto de 1000 empresas, as quais produzem, anualmente, mais de 19 milhões de sapatos;
  • Belluno e a zona de Cadore são a base de empresas produtoras de óculos de sol e óculos de leitura cuja liderança é reconhecida em todo o mundo;
  • inalmente, há empresas dedicadas à produção do famoso vidro de Murano em uma das ilhas da Lagoa de Veneza.
Podíamos continuar e mencionar os sistemas de refrigeração produzidos em Castelfranco, ou o mobiliário clássico produzido em Bassano, o mobiliário de escritório feito em Treviso, ou ainda as cerâmicas artísticas produzidas na região de Vicenza, que mesmo assim a lista não estaria completa.
Estas zonas industriais, graças às quais o Nordeste tem tido tanto sucesso, possuem duas características fundamentais:
  1. valor industrial acrescentado e taxa de emprego superior à media nacional;
  2. ocação extremamente forte de exportação dos seus produtos.
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- un mercado virado para o mundo
  A região do Véneto é responsável por 14% das exportações do país com um saldo activo de quase um terço do excedente comercial italiano. Nos últimos quinze anos, as empresas aumentaram de forma progressiva as suas relações com outros países, adaptando a sua organização às novas exigências da internacionalização. Na verdade, flexibilidade e adaptabilidade são características essenciais para competir com sucesso nos mercados estrangeiros. Esta estratégia permitiu que as pequenas e médias empresas do Véneto deixassem as suas marcas desde o início dos anos oitenta, tendo agora alcançado uma situação na qual as suas exportações estão na origem, em média, de 50% das suas receitas.
Graças à poderosa força motriz das pequenas e médias indústrias, a economia do Véneto passou de uma indústria de transformação de matérias primas e de componentes semi-processados para uma indústria de forte cariz exportador, desenvolvendo assim uma especialização na produção e exportação de produtos finais. A qualidade é a característica que melhor distingue os bens produzidos no Véneto, qualidade essa que consiste acima de tudo na capacidade de inovar e melhorar continuamente os seus produtos, acompanhada por serviços adequados para garantir o necessário suporte financeiro, comercial e tecnológico.
As exportações do Véneto envolvem uma vasta gama de produtos e, na globalidade, todos os sectores de produção mantêm uma perspectiva fortemente virada para os mercados internacionais, particularmente nos sectores da metalurgia (maquinarias agrícolas e industriais, produtos em metal, materiais eléctricos) e da moda (vestuário, calçado e têxteis).
Em particular, as exportações no sector da metalúrgica registaram um aumento considerável, atingindo cerca de 33% do total regional. Uma contribuição positiva para esta tendência válida da balança comercial da região do Véneto advém da exportação de produtos do sector agro-industrial e do mobiliário, das indústrias da celulose e dos plásticos e dos sectores dos curtumes e da joalharia industrial.
É um desempenho que nenhuma das principais regiões industriais de Itália conseguiu igualar.
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- exportações do véneto: un factor de competição na europa
  As exportações do Véneto, de valor superior ao total das exportações da Grécia, são responsáveis por mais de 14% do total de exportações Italianas, valor que, adicionado à percentagem do restante Nordeste de Itália, sobe para números acima dos 18%. O comércio da região está direccionado principalmente para a Europa, apesar de outros mercados terem vindo a crescer e a tornar-se cada vez mais importantes. Os bens exportados para o continente europeu, especialmente para a França, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Bélgica, Luxemburgo e Holanda, correspondem a cerca de 23,123 milhões de Euros por ano, 70% do total de exportações da região, e desses, 45% na denominada esfera de influência do mercado alemão. Foram importados bens no valor de 21,000 milhões de Euros enquanto as exportações no valor de 31,220 milhões de Euros subiram 4,4%, pelo que a balança comercial da região foi favorável em 10,220 milhões de Euros, 27% da balança comercial do país.
Em 1997 a balança comercial da região melhorou ainda mais, alcançando os 32,5% do total italiano e confirmando o grau de internacionalização cada vez mais elevado da economia do Véneto bem como o seu dinamismo sustentado.
A província líder de exportações é Vicenza com 28,3% do total da região, seguida por Treviso com 22% e Verona com 18,4%. Os principais responsáveis por este desempenho são as pequenas e médias empresas, que exportam actualmente cerca de metade da sua produção. Estas empresas intensificaram as suas relações comerciais internacionais durante os últimos quinze anos, obtendo grande sucesso com a adaptação do seu método de funcionamento, primeiro a um contexto Europeu, e actualmente a um contexto global. A forte tendência internacional da economia do Véneto também é confirmada pelas estatísticas oficiais das trocas comerciais italianas com o estrangeiro: nos últimos quatro anos, as importações aumentaram 76% pelos valores actuais, enquanto durante esse mesmo período, as exportações aumentaram em mais de 150%.
Pode ser considerada uma proeza que nenhuma outra região no Norte ou no Centro de Itália conseguiu igualar.
De transformador de matérias primas e materiais semi-processados importados, a economia do Véneto passou, apenas em alguns anos, a ser um claro exportador de produtos finais, competitivos em termos de qualidade e de valor acrescentado a nível tecnológico, de assistência e de qualidade, tal como demonstrado pela certificação TUV.
Um estudo recente sobre o papel desempenhado pelas PMEs nas exportações italianas confirmou a sua presença crescente no estrangeiro, particularmente das que lidam com os sectores tradicionais tais como o vestuário e os aparelhos mecânicos. Este estudo apurou que 36% das empresas que investem no estrangeiro ficam situadas no Nordeste, principalmente no Véneto.
Os produtos do sector da metalurgia são o principal bem exportado pela região com 34% do total. Os bens relacionados com o pronto a vestir também se encontram bem situados com 23,5%. Entre as outras categorias estão a agro-indústria, o mobiliário, a celulose, os plásticos, os químicos, os curtumes e as jóias.
Os números mais recentes também indicam um aumento significativo na exportação de equipamento de escritório e de máquinas agrícolas e industriais.
Além da Europa, a região tem vindo a estabelecer trocas comerciais com outros mercados. Os parceiros comerciais tradicionais são os Estados Unidos e a Ásia, especialmente o Japão, Hong Kong, Coreia do Sul, China e Taiwan. Desde 1989, o comércio dos bens produzidos também aumentou junto da Europa de Leste, com volumes de vendas na casa dos 30% em alguns sectores.
A perspectiva de uma União Europeia alargada colocará o Véneto numa posição ainda mais favorável para penetrar em novos mercados nestes sectores. Há também boas perspectivas de futuro na América Latina.

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